Clarice senta de
frente para Ricardo.
Clarice: Tudo bem. Vou te contar porque tive que fazer isso.
Ricardo: Estou ouvindo.
Clarice: Quando sai para fazer a denúncia do seqüestro da minha
irmã, o seqüestrador me telefonou. Ele disse que eu tinha que assumir a culpa
do assassinato da Raquel. Caso contrário eles matariam a Íris.
Ricardo: Eu sabia.
Ricardo pega nas
mãos de Clarice, mas ela retira.
Clarice: Não. Mesmo eu te contando isso, não significa que vou
retificar o meu depoimento.
Ricardo: Como assim? Você não precisa mais levar essa mentira
adiante.
Clarice: Preciso. Hoje eu recebi um bilhete. Provavelmente do
seqüestrador. Ele disse que se eu voltasse atrás na minha decisão ele mataria
minha família. EU não vou correr o risco de ver a minha mãe ou a minha irmã
machucadas. Se for preciso eu pago por este crime.
Ricardo: Isso não é justo, Clarice.
Clarice: Sinto muito, Ricardo. Infelizmente não posso fazer nada
para mudar isso.
Ricardo: Mas eu sim. Esta foto vai ser a chave para sua liberdade.
Essa pessoa tem muito o que explicar.
Clarice se
levanta e a carcereira leva ela de volta para a cela, enquanto Ricardo fica
observando.
.............
Renata pede para Abreu deixar Ricardo entrar. Ele entra e
senta na frente de Renata.
Renata: Doutor Ricardo. O que lhe trás a minha
sala?
Ricardo: Isto.
Ricardo entrega a foto para Renata. Ela observa.
Renata: Interessante.
Ricardo: Interessante? É só isso que você tem a
dizer?
Renata: O que quer que eu diga doutor Ricardo? Uma
foto já levantou suspeitas sem fundamentos, ou o senhor esqueceu do Henrique?
Ricardo: Não. Eu compreendo que esta foto não
prova nada, mas que pode levar a um possível verdadeiro assassino. Escute... Eu
quero tirar a Clarice daqui porque ela não matou ninguém. Ela mesmo me
confessou tudo. Ela só admitiu a culpa porque foi ameaçada pelos seqüestradores
da irmã dela.
Renata: Eu já sei disso, doutor Ricardo. Mas eu
não posso fazer nada. Pelo menos por enquanto não. Quer um conselho? Apenas
aguarde. Este crime está quase sendo solucionado.
Ricardo: Como assim?
Renata: Não posso lhe dizer mais nada. Agora
peço licença pois tenho muita coisa para fazer.
Ricardo se levanta e sai. Renata olha para a foto.
Renata: Cheque-mate!
.............
Raul chega em casa e Laura vem ao seu encontro.
Laura: Raul, precisamos conversar.
Raul: Eu não tenho mais nada para falar com
você. Trate de arrumar suas coisas. Acho que seu grande amor logo virá te
buscar.
Laura: Se fala do Amadeu, ele já veio.
Raul: Ora, e o que faz aqui ainda? Pensei que
fossem embora viverem juntos no seu ninho de amor.
Laura: Pois pensou errado. Eu só amo você.
Raul: Ah, não me venha com essa de amor para
cima de mim agora. Se me amasse nunca teria me enganado. Não insista Laura.
Acabou. Você destruiu tudo.
Laura: Está certo! Eu errei. Admito. Você tem
toda razão de ficar magoado comigo. Mas eu te peço, não me deixe.
Laura se ajoelha e abraça as pernas de Raul. Ela começa a
chorar.
Raul: Pare com isso, Laura.
Laura: Eu não quero me separar de você, Raul.
Faço qualquer coisas para ficarmos juntos... qualquer coisa.
Raul pensa por alguns segundo e levanta Laura.
Raul: Tudo bem Laura. Eu vou te perdoar,
afinal, erros são cometidos. Eu também errei com você uma vez.
Laura: Obrigada meu amor...
Laura vai dar um beijo em Raul, mas ele vira o rosto e se
afasta dela.
Raul: Porém, com uma condição.
Laura: Condição? Que condição?
Raul: Você vai morar na nossa fazenda no
Pará.
Laura: Eu? Morar no Pará? Na fazenda? Sozinha?
Raul: Exatamente!
Laura: Mas Raul...
Raul: Não esqueça minha cara... Qualquer
coisa! Você mesma disse. Agora trate de arrumar suas coisas, já mandei preparar
o jatinho.
Raul sai da sala e Laura senta no sofá chorando.
.............
Roberto e Linda estavam caminhando pela praia.
Linda: Eu não sei o que seria da minha vida se
eu não tivesse você, Roberto.
Roberto: Estarei sempre do seu lado, basta você
querer.
Linda: Como assim?
Roberto para em frente a Linda.
Roberto: Linda, eu sei que não sou o cara ideal
para você, nossas realidades são bem diferentes. Mas o que sinto por você é
algo que vai além de qualquer classe social. Eu te amo. E quando se trata de
amor eu acho que é algo inigualável. Eu quero e gostaria de saber se você
também gostaria de ser minha mulher.
Linda: Roberto?
Roberto: Linda, aceita se casar comigo?
Linda: Sim!
Linda estava emocionada. Eles se abraçam e se beijam.
Roberto ergue linda e gira ela enquanto a beija.
.............
Leonel chega no presídio. Ele entrega seus pertences e
recebe o uniforme do presídio. Minutos depois ele é conduzido à ala dos
presidiários. Enquanto caminha ele começa a ouvir piadinhas dos outros presos.
Preso 1: Uau, carne nova no pedaço.
Preso 2: Vai virar mulherzinha. Deixa só até
sentir a potência do “negão” aqui.
Leonel engole em seco as piadinhas e entra na cela. Junto
estão cinco caras. Eles ficam olhando para ele. Ele olha para a grade e coloca
as duas mãos. As lágrimas correm de seus olhos.
.............
Roberto chega em sua casa e encontra Fernando agitado.
Roberto: O que houve?
Fernando: Onde estava? Tentei falar com você
várias vezes.
Roberto: Estava com a Linda... Aliás tenho uma
ótima notícia para...
Fernando: Nosso pai está preso.
Roberto para de falar.
Roberto: Ele foi condenado então?
Fernando: Sim! Dez anos de prisão em regime
fechado. Falei com ele. Ele estava bem triste.
Roberto: O que podemos fazer? Acho que somos
responsável pelos nossos atos, não acha meu irmão?
Fernando: Você é mesmo um insensível. Não sei
porque te falei. Você não dá a mínima para o nosso pai.
Roberto: Quer saber, Fernando. Eu não ligo
mesmo. Ele nunca se importou comigo. Você sempre foi o preferido dele. Então se
você quiser ficar choramingando por ele, o problema é seu. Agora se me dá
licença, tenho coisas mais importantes para fazer.
Roberto vai para o quarto e Fernando senta no sofá.
.............
Henrique chega em seu apartamento e abre a porta. Amaral
empurra ele para dentro, acompanhado de dois comparsas.
Henrique: Quem são vocês?
Amaral: Pergunta errada.
Amaral aponta um revólver para Henrique.
Henrique: Não, por favor!
Amaral dispara quatro tiros em Henrique que fica caído.
Amaral e os comparsas vão embora. Henrique morre.
.............
Laura estava em seu quarto arrumando as malas. Linda bate na
porta e entra.
Laura: Você? Veio conferir com os próprios
olhos a sua vitória?
Linda: Eu não sei do que está falando. Vim
apenas porque meu pai disse que você vai morar no Pará.
Laura: Acho que não tenho escolha.
Linda: Mas você não precisa ir. Porque não
aceita...
Laura: Para de fingir que se importa comigo,
Linda.
Linda: Então você acha que finjo meus
sentimentos por você? É isso o que pensa sobre mim?
Laura continua a arrumar as malas ignorando sua filha.
Linda: Olha para mim ao menos uma vez na sua
vida, Mãe.
Laura para de arrumar as roupas e olha para Linda. Elas
estava chorando.
Linda: Todos esses anos eu passei calada, sem
dizer o quanto você me magoava. Eu passei quase todo esse tempo tentando ser
para você uma versão da minha irmã.
Laura: Mas do que você está falando?
Linda: Da Raquel, mãe. Não finja que não sabe
do que estou falando. Você sempre preferiu ela a mim. Eu nunca fui a filha dos
seus sonhos, apesar de nunca ter feito nada que lhe desse desgosto ou vergonha.
Só não consigo entender por quê? Nunca me abraçou como uma mãe de verdade,
nunca me apoiou em nada, simplesmente me ignorava. Durante meses eu desejei não
ter nascido de você, de ter nascido em qualquer outra família, seja lá onde
fosse. Mas desde que eu tivesse uma mãe. Uma mãe que eu nunca tive.
Linda chora. Laura se emociona e abraça Linda.
Laura: Linda, meu anjo... Me perdoa?
Laura beija Linda.
Laura: Me desculpa filha, eu nunca percebi que
você fosse tão carente de amor materno. Me perdoa filha?
As duas choram abraçadas.
.............
Norma chega na cela de Clarice.
Clarice: Mãe? Porque não me esperou na sala de
visitas?
Norma: Eu já sei de tudo, Clarice. O Ricardo
me contou.
Clarice: Mãe, eu...
Norma: Tudo bem, não precisa falar nada.
Entendo o que você fez. Eu também teria feito o mesmo se estivesse no seu
lugar. Me orgulho de você filha. Só quero te dizer que não importa o que eu
tenha que fazer, vou te tirar daqui. Vou continuar sua busca. Vou encontrar o
verdadeiro assassino da Raquel e vou colocá-lo aí. Ele merece isto aqui e não
você.
Renata se aproxima junto com Abreu.
Renata: Clarice?
Clarice: Delegada? Vão me levar para o presídio
agora?
Renata: Não! Vim te libertar.
Clarice: Me libertar? Não estou entendendo.
Raquel: Surgiram mais provas. E estas provas
estão ligando uma pessoa. Esta pessoa não é você.
Clarice: Tudo bem. Vou te contar porque tive que fazer isso.
Ricardo: Estou ouvindo.
Clarice: Quando sai para fazer a denúncia do seqüestro da minha irmã, o seqüestrador me telefonou. Ele disse que eu tinha que assumir a culpa do assassinato da Raquel. Caso contrário eles matariam a Íris.
Ricardo: Eu sabia.
Ricardo pega nas mãos de Clarice, mas ela retira.
Clarice: Não. Mesmo eu te contando isso, não significa que vou retificar o meu depoimento.
Ricardo: Como assim? Você não precisa mais levar essa mentira adiante.
Clarice: Preciso. Hoje eu recebi um bilhete. Provavelmente do seqüestrador. Ele disse que se eu voltasse atrás na minha decisão ele mataria minha família. EU não vou correr o risco de ver a minha mãe ou a minha irmã machucadas. Se for preciso eu pago por este crime.
Ricardo: Isso não é justo, Clarice.
Clarice: Sinto muito, Ricardo. Infelizmente não posso fazer nada para mudar isso.
Ricardo: Mas eu sim. Esta foto vai ser a chave para sua liberdade. Essa pessoa tem muito o que explicar.
Clarice se levanta e a carcereira leva ela de volta para a cela, enquanto Ricardo fica observando.
.............
Renata pede para Abreu deixar Ricardo entrar. Ele entra e senta na frente de Renata.
Renata: Doutor Ricardo. O que lhe trás a minha sala?
Ricardo: Isto.
Ricardo entrega a foto para Renata. Ela observa.
Renata: Interessante.
Ricardo: Interessante? É só isso que você tem a dizer?
Renata: O que quer que eu diga doutor Ricardo? Uma foto já levantou suspeitas sem fundamentos, ou o senhor esqueceu do Henrique?
Ricardo: Não. Eu compreendo que esta foto não prova nada, mas que pode levar a um possível verdadeiro assassino. Escute... Eu quero tirar a Clarice daqui porque ela não matou ninguém. Ela mesmo me confessou tudo. Ela só admitiu a culpa porque foi ameaçada pelos seqüestradores da irmã dela.
Renata: Eu já sei disso, doutor Ricardo. Mas eu não posso fazer nada. Pelo menos por enquanto não. Quer um conselho? Apenas aguarde. Este crime está quase sendo solucionado.
Ricardo: Como assim?
Renata: Não posso lhe dizer mais nada. Agora peço licença pois tenho muita coisa para fazer.
Ricardo se levanta e sai. Renata olha para a foto.
Renata: Cheque-mate!
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Raul chega em casa e Laura vem ao seu encontro.
Laura: Raul, precisamos conversar.
Raul: Eu não tenho mais nada para falar com você. Trate de arrumar suas coisas. Acho que seu grande amor logo virá te buscar.
Laura: Se fala do Amadeu, ele já veio.
Raul: Ora, e o que faz aqui ainda? Pensei que fossem embora viverem juntos no seu ninho de amor.
Laura: Pois pensou errado. Eu só amo você.
Raul: Ah, não me venha com essa de amor para cima de mim agora. Se me amasse nunca teria me enganado. Não insista Laura. Acabou. Você destruiu tudo.
Laura: Está certo! Eu errei. Admito. Você tem toda razão de ficar magoado comigo. Mas eu te peço, não me deixe.
Laura se ajoelha e abraça as pernas de Raul. Ela começa a chorar.
Raul: Pare com isso, Laura.
Laura: Eu não quero me separar de você, Raul. Faço qualquer coisas para ficarmos juntos... qualquer coisa.
Raul pensa por alguns segundo e levanta Laura.
Raul: Tudo bem Laura. Eu vou te perdoar, afinal, erros são cometidos. Eu também errei com você uma vez.
Laura: Obrigada meu amor...
Laura vai dar um beijo em Raul, mas ele vira o rosto e se afasta dela.
Raul: Porém, com uma condição.
Laura: Condição? Que condição?
Raul: Você vai morar na nossa fazenda no Pará.
Laura: Eu? Morar no Pará? Na fazenda? Sozinha?
Raul: Exatamente!
Laura: Mas Raul...
Raul: Não esqueça minha cara... Qualquer coisa! Você mesma disse. Agora trate de arrumar suas coisas, já mandei preparar o jatinho.
Raul sai da sala e Laura senta no sofá chorando.
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Roberto e Linda estavam caminhando pela praia.
Linda: Eu não sei o que seria da minha vida se eu não tivesse você, Roberto.
Roberto: Estarei sempre do seu lado, basta você querer.
Linda: Como assim?
Roberto para em frente a Linda.
Roberto: Linda, eu sei que não sou o cara ideal para você, nossas realidades são bem diferentes. Mas o que sinto por você é algo que vai além de qualquer classe social. Eu te amo. E quando se trata de amor eu acho que é algo inigualável. Eu quero e gostaria de saber se você também gostaria de ser minha mulher.
Linda: Roberto?
Roberto: Linda, aceita se casar comigo?
Linda: Sim!
Linda estava emocionada. Eles se abraçam e se beijam. Roberto ergue linda e gira ela enquanto a beija.
.............
Leonel chega no presídio. Ele entrega seus pertences e recebe o uniforme do presídio. Minutos depois ele é conduzido à ala dos presidiários. Enquanto caminha ele começa a ouvir piadinhas dos outros presos.
Preso 1: Uau, carne nova no pedaço.
Preso 2: Vai virar mulherzinha. Deixa só até sentir a potência do “negão” aqui.
Leonel engole em seco as piadinhas e entra na cela. Junto estão cinco caras. Eles ficam olhando para ele. Ele olha para a grade e coloca as duas mãos. As lágrimas correm de seus olhos.
.............
Roberto chega em sua casa e encontra Fernando agitado.
Roberto: O que houve?
Fernando: Onde estava? Tentei falar com você várias vezes.
Roberto: Estava com a Linda... Aliás tenho uma ótima notícia para...
Fernando: Nosso pai está preso.
Roberto para de falar.
Roberto: Ele foi condenado então?
Fernando: Sim! Dez anos de prisão em regime fechado. Falei com ele. Ele estava bem triste.
Roberto: O que podemos fazer? Acho que somos responsável pelos nossos atos, não acha meu irmão?
Fernando: Você é mesmo um insensível. Não sei porque te falei. Você não dá a mínima para o nosso pai.
Roberto: Quer saber, Fernando. Eu não ligo mesmo. Ele nunca se importou comigo. Você sempre foi o preferido dele. Então se você quiser ficar choramingando por ele, o problema é seu. Agora se me dá licença, tenho coisas mais importantes para fazer.
Roberto vai para o quarto e Fernando senta no sofá.
.............
Henrique chega em seu apartamento e abre a porta. Amaral empurra ele para dentro, acompanhado de dois comparsas.
Henrique: Quem são vocês?
Amaral: Pergunta errada.
Amaral aponta um revólver para Henrique.
Henrique: Não, por favor!
Amaral dispara quatro tiros em Henrique que fica caído. Amaral e os comparsas vão embora. Henrique morre.
.............
Laura estava em seu quarto arrumando as malas. Linda bate na porta e entra.
Laura: Você? Veio conferir com os próprios olhos a sua vitória?
Linda: Eu não sei do que está falando. Vim apenas porque meu pai disse que você vai morar no Pará.
Laura: Acho que não tenho escolha.
Linda: Mas você não precisa ir. Porque não aceita...
Laura: Para de fingir que se importa comigo, Linda.
Linda: Então você acha que finjo meus sentimentos por você? É isso o que pensa sobre mim?
Laura continua a arrumar as malas ignorando sua filha.
Linda: Olha para mim ao menos uma vez na sua vida, Mãe.
Laura para de arrumar as roupas e olha para Linda. Elas estava chorando.
Linda: Todos esses anos eu passei calada, sem dizer o quanto você me magoava. Eu passei quase todo esse tempo tentando ser para você uma versão da minha irmã.
Laura: Mas do que você está falando?
Linda: Da Raquel, mãe. Não finja que não sabe do que estou falando. Você sempre preferiu ela a mim. Eu nunca fui a filha dos seus sonhos, apesar de nunca ter feito nada que lhe desse desgosto ou vergonha. Só não consigo entender por quê? Nunca me abraçou como uma mãe de verdade, nunca me apoiou em nada, simplesmente me ignorava. Durante meses eu desejei não ter nascido de você, de ter nascido em qualquer outra família, seja lá onde fosse. Mas desde que eu tivesse uma mãe. Uma mãe que eu nunca tive.
Linda chora. Laura se emociona e abraça Linda.
Laura: Linda, meu anjo... Me perdoa?
Laura beija Linda.
Laura: Me desculpa filha, eu nunca percebi que você fosse tão carente de amor materno. Me perdoa filha?
As duas choram abraçadas.
.............
Norma chega na cela de Clarice.
Clarice: Mãe? Porque não me esperou na sala de visitas?
Norma: Eu já sei de tudo, Clarice. O Ricardo me contou.
Clarice: Mãe, eu...
Norma: Tudo bem, não precisa falar nada. Entendo o que você fez. Eu também teria feito o mesmo se estivesse no seu lugar. Me orgulho de você filha. Só quero te dizer que não importa o que eu tenha que fazer, vou te tirar daqui. Vou continuar sua busca. Vou encontrar o verdadeiro assassino da Raquel e vou colocá-lo aí. Ele merece isto aqui e não você.
Renata se aproxima junto com Abreu.
Renata: Clarice?
Clarice: Delegada? Vão me levar para o presídio agora?
Renata: Não! Vim te libertar.
Clarice: Me libertar? Não estou entendendo.
Raquel: Surgiram mais provas. E estas provas estão ligando uma pessoa. Esta pessoa não é você.

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